Dragão Voador Teatro Contemporâneo
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“Dragão Voador” é uma alusão ao fantástico, ao intangível que se torna real na imaginação coletiva; assim como o teatro, com o seu poder de criar e desfazer realidades momentâneas.
Formada em 1998 a Companhia desenvolveu quatro trabalhos para o teatro e um filme. Todas essas incursões tendo sido trabalhadas sobre conceitos que discutem o sujeito contemporâneo, suas formas de inserção no mundo atual e seus modos de percepção política do mesmo.
Joelson Gusson
© gustavo ciríaco
Juntamente com Daniela Amorim e Enrique Diaz é diretor artístico do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto (RJ), no Projeto de Residências Artísticas da Prefeitura do Rio de Janeiro para os anos de 2010 e 2011. Joelson Gusson é ator, diretor, cenógrafo e produtor. Dirigiu todas as montagens do Dragão Voador desde sua formação. É formado como ator pela CAL e em Teoria do Teatro pela UNIRIO. Dirigiu ainda o musical “Go Rock Go”, juntamente com Felipe Vidal e o espetáculo de rua “Os Cegos”, com a Cia Tertúlias ao Vento. Integrou a Cia de Ópera Seca de Gerald Thomas onde atuou nos espetáculos “Esperando Beckett”, “O Príncipe de Copacabana” e “Deus Ex-Machina” e como assistente de direção de Gerald Thomas na ópera “Tristão e Isolda” no Teatro Municipal (RJ). É integrante do grupo Coletivo Improviso dirigido por Enrique Diaz e Mariana Lima, onde trabalhou na co-criação do espetáculo “Não Olhe Agora”. Atuou também como ator em: “Cinema Karamazov”, “Amor Consciente” e “Xícara de Chá” com direção de Celina Sodré, “Um Quarto de Crime e Castigo”, direção de Ivan Sugahara e no Curta-Metragem “Verdade ou Conseqüência” direção de Aleques Eiter.
Leonardo Corajo
© gustavo ciríaco
Formado como ator pela CAL e graduado em Letras, integra a Cia Dragão Voador Teatro Contemporâneo desde sua fundação, tendo participado dos espetáculos “As Criadas”, “O Que Nos Resta é o Silêncio”, “Manifesto Ciborgue” e do filme “A Memória dos Outros”. Trabalhou ainda como ator em: “Pendular”, curta metragem de Julia Murat, “A Tempestade” (William Shakespeare) com direção de Dominic Barter; “O Rei Da Vela” (Oswald de Andrade) e “Purificado” (Sarah Kane) com direção de Felipe Vidal; “Party Time” (Harold Pinter) com direção de Terry O’Reilly; “A Exceção e a Regra” (Bertold Brecht) com direção de Eric Nielsen; “A Falecida” (Nelson Rodrigues) e “Adeuspedida” (Guimarães Rosa) com direção de Clóvis Levy, entre outros.
Lucas Gouvêa
© gustavo ciríaco
Formado como ator pela CAL está na Cia. Dragão Voador Teatro Contemporâneo desde sua formação, tendo participado de todos os trabalhos do grupo: “Os Colecionadores”, “As Criadas” , “O Que Nos Resta é o Silêncio”, “Manifesto Ciborgue” e o filme “A Memória dos Outros”. Atuou ainda em “Roch’nRoll” (Tom Stoppard), “Sutura” e “Dissocia”(Anthony Neilson) e “Nem Morta” (Mário Prata) com direção de Felipe Vidal, “Línguas Estranhas” (Andrew Bovell), com direção de Bruce Gomlevsky e Daniela Pereira de Carvalho, “Obituário Ideal” (Rodrigo Nogueira), direção de Fabiano de Freitas, “O Tempo e os Conways” (J. B. Priestley) com direção de Renato Icarahy, “Xícara de Chá” e “Amor Consciente” (Katherine Mansfield) com direção de Celina Sodré, “Cenas de Família” (Nelson Rodrigues) com direção de Marcus Alvisi, “A Tempestade” (W. Shakespeare) direção Dominic Barter, “Um Quarto de Crime e Castigo” (F. Dostoévski) direção Ivan Sugahara. Participou ainda de “DNA”, minissérie com roteiro de Clóvis Levi e direção de Luís Antônio Pilar e “Verdade ou Conseqüência”, curta–metragem com roteiro e direção de Aleques Eiterer.
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