Quem Somos

“Dragão Voador” é uma alusão ao fantástico, ao intangível que se torna real na imaginação coletiva; assim como o teatro, com o seu poder de criar e desfazer realidades momentâneas. Todos os seus espetáculos tem sido criados sobre conceitos que discutem o sujeito contemporâneo, suas formas de inserção no mundo atual e seus modos de percepção política do mesmo.

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Joelson Gusson

joelson gusson
É diretor de teatro, ator, dramaturgo e cenógrafo atuando ainda como diretor artístico e criador, juntamente com Daniela Amorim, do Projeto_ENTRE – de gestão e curadoria para espaços públicos – que ocupa o Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto nos anos de 2010 a 2013 e que ocupou o Teatro Glaucio Gill nos anos de 2008/09.
Formado em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UNIRIO – e no curso técnico para atores da Casa das Artes de Laranjeiras – CAL. Especializou-se no Método das Ações Físicas e no Método Viewpoints.
Em 2007 foi agraciado com o Prêmio Myriam Muniz, concedido pela Funarte e Petrobrás, pela criação e produção do espetáculo O Que Nos Resta é o Silêncio.
Em 1998 fundou o grupo Dragão Voador Teatro Contemporâneo (www.dragaovoador.com) tendo dirigido todos os espetáculos do mesmo até então: Amérika! (2012), Paisagem Nua (2011), Manifesto Ciborgue (2007/10), O Que Nos Resta é o Silêncio (2005/07), As Criadas (2004/05), Os Colecionadores (1998/99).
Estes três últimos trabalhos do grupo – Amérika!, Paisagem Nua e Manifesto Ciborgue – perfazem a Trilogia da Matéria.
O espetáculo Manifesto Ciborgue foi apresentado no Four Days Festival na cidade de Praga em outubro de 2011 e será apresentado no Sacred Festival na cidade de Londres em 2012 e no Festival Internacional de Teatro de Valadollid na Espanha em 2013.
Foi assistente de direção da ópera Tristão e Isolda, dirigida por Gerald Thomas no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (2003) e também atuou como ator em vários espetáculos da Cia de Ópera Seca (criada por Gerald Thomas).
Um dos criadores do grupo Coletivo Improviso, participou da criação do espetáculo Não Olhe Agora, apresentado em cidades como Rio de Janeiro, Paris, Marselha, Moulhouse, Strasbourg e Aurilac.
Atuamente escreve resenhas críticas para a revista inglesa Total Theatre Magazine e é um dos jurados do Prêmio Total Theatre Awards no Festival de Teatro de Edimburgo.

Leonardo Corajo

joelson gusson
É ator formado pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e fundador da Companhia Dragão Voador Teatro Contemporâneo, com a qual realizou os espetáculos As Criadas (2004/05), O que nos Resta é o Silêncio (2005/07), Manifesto Ciborgue (2007/10), Amérika! (2012) e As Horas entre Nós (2013).
Com a Cia Teatro de Extremos participou dos espetáculos As Engrenagens (2010) e Feriado de Mim Mesmo (2011/12).
Com Felipe Vidal atuou nos espetáculos O Rei da Vela (1997), Purificado (1999) e Tentativas contra a vida dela (2011).
Também trabalhou nos seguintes espetáculos: Geração Pocket, Festa de Família, A Tempestade, Party Time, Elixir D’Alén, A Falecida, entre outros.
Em cinema, realizou dos seguintes filmes: Pessoas (de Tatiana Leite), Pendular (de Julia Murat), Espertices e Aventuras (de Luiz Henrique Rios) e Espelho (de Juliana Milheiro).
Em televisão, participou dos seguintes trabalhos: Avenida Brasil, A Grande Família, Tempos Modernos, Beleza Pura e Duas Caras.
Na área de locução, integra o núcleo de rádio-dramaturgia da Rádio MEC.

Lucas Gouvêa

joelson gusson

Lucas Gouvêa é ator formado pela CAL. Em 1997/98 trabalhou com Celina Sodré nos espetáculos Xícara de Chá e Amor Consciente. Em 1998 fundou com o diretor Joelson Gusson a companhia Dragão Voador e atuou nos espetáculos Os Colecionadores (1998), As Criadas (2004), O que nos resta é o silêncio (2006), Manifesto Ciborgue (2008) e Amerika, Todas dirigidas por Joelson Gusson. Trabalhou como ator nos espetáculos A Tempestade (1999) direção de Dominic Barter, Um quarto de Crime e Castigo (1999/01) direção de Ivan Sugahara, Linguas estranhas (2006/07) dirigida por Bruce Gomlewsky, Obituário Ideal (2007) e As Engrenagens (2010) dirigidas por Fabiano de Freitas, Sutura (2007/09), Rock’n’roll (2009) , Tentativas contra a vida dela (2010), A cidade e Depois da queda, todas essas dirigidas por Felipe Vidal e ainda em Ponto de fuga de Rodrigo Nogueira, A morte do pato de Renato Carrera e Geraçao Pocket dirigida por Bruno Garcia. Em cinema, atuou nos curtas Verdade ou conseqüência de Aleques Eiterer e Retratos de Eduardo Godói e no Longa -metragem Riscado de Gustavo Pizzi.